14/5/2007 - OH MORTE
Qh morte de doce face
que saudade à amarga dor
que na vida tem seu apce
no contraste da negra flor
suspiro último dado
no vazio de meu caichão
morro podre e chocado
gran’desejo de evasão
que cobiço a morte pura
enquanto fumo meu charuto
lembro de teu jeito bruto
no meu leito, a sepultura
vivo em trevas de alegria nobre
no escurecer da alma pura
na escuridão da sabedoria pobre
tal ignorância ja não tem cura
Vargas, Âômulo Gabriel
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